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22 de julho de 2013

Reflexão: Fervendo Rã

A rã reage instantaneamente se for jogada dentro de uma panela com água quente no ponto de ferver.

sapo na pedra

É uma reação instintiva. Nós,  seres humanos, também  reagimos instintivamente, com ações mais rápidas do que o pensamento.

Um exemplo é quando nos queimamos acidentalmente com algo quente ou levamos um choque:                                  tanto para uma criança, como para uma pessoa adulta, a reação é instintiva.

De outra maneira, se a rã é colocada em uma panela com a água fria, lá ficará confortavelmente bem.

Uma vez acesas as chamas do fogão em fogo baixo, ainda assim a rã lá ficará, pois a água fria levará um tempo considerável para aquecer e será lenta a sua mudança de temperatura.

Aos poucos o ambiente passará de

confortável,

    para não-tão-aconchegante,

           para desconfortável e,

                  daí para frente,

para o nível insuportável  – momento fatal.         

Em muitos momentos da vida assumimos o lugar da rã e seguimos “não-reagindo” aos acontecimentos destruidores do momento, que vão tirando aos poucos o ar que nos resta para sobreviver.

Falta força para “re-agir” e transpor o desconforto, o qual vai anestesiando e extinguindo as possibilidades da ação.

A parte racional sabe o que fazer, mas o restante se opõe a qualquer ação brusca de luta ou fuga.

Quando nos encontramos nessa situação, sempre estamos esperando por algum acontecimento externo que venha nos empurrar para longe.

A acomodação, o medo e a ignorância são os mantos que amarram firme e justificam a aquietação e a imobilidade.  Instala-se uma ilusão de que algo extraordinário ocorrerá a qualquer momento e nos salvará da morte.

Acontece que a espera é inútil e pode durar por uma eternidade: a alavanca propulsora está dentro e não do lado de fora.

O que fazer?

Buscar ajuda, romper com as amarras e ligas cristalizadas, arriscar-se a pular, mesmo que seja para o vazio.  Há necessidade de reinventar e encontrar toda e qualquer energia para girar a roda e movimentar a vida.

O que não vale é aquietar-se e se conformar com o desfalecer.

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