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11 de junho de 2013

Entre jogos e violência

12 Março 2013  Nenhum ato de violência a12GAME-articleLargecontece por causa de um único fator de riscoApesar de várias publicações recentes sobre o tema, ainda não há qualquer correlação comprovada entre hábitos violentos e jogos de videogame tidos como incitantes. Novos estudos abordam a relação entre comportamento dos usuários e videogames violentos, na tentativa de estabelecer o que pode ser dito e o que não deve ser apontado como consequência desse panorama.

Em linhas gerais, já é um consenso que os games violentos são capazes de provocar pulsões hostis, ou seja, que culminam em um comportamento mais agressivo naqueles jovens que criam o hábito de jogá-los. Um exemplo advém de pesquisa realizada recentemente na Universidade Estadual de Iowa (EUA), que mediu o nível de excitação psicológica e física de quase 50 universitários convidados a jogar “Mortal Kombat: Deadly Alliance” por 15 minutos.                                         

As conclusões iniciais do estudo apontam para um comportamento mais agressivo comparado com os participantes que jogaram games não violentos. Similares às de um estudo publicado em meados de 2012 por psicólogos da Universidade Brock, em Ontário. De acordo com esse, adolescentes expostos com frequência a games violentes teriam uma maior participação em incidentes como brigas com colegas.

Entretanto, a grande dificuldade das pesquisas está em determinar se a exposição a esse tipo de jogo, a longo prazo, leva a uma hostilidade bem conformada no mundo real. Ou seja, especialistas conseguiram identificar um aumento na agressividade durante um curto período de tempo, mas não há qualquer indício de que esse aumento na agressividade permanece a longo prazo, aumentando a propensão a cometer um crime violento, como, por exemplo, os massacres em escolas americanas como Columbine.

O que os estudiosos ressaltam é que nenhum ato de violência, como pode ser um massacre escolar, acontece por causa de um único fator de risco. É preciso considerar inúmeras variáveis, como o isolamento social, as habilidades comportamentais, a situação familiar, os transtornos de humor, entre outras.

Por isso é tão importante a participação dos pais, no sentido de saber qual é o conteúdo desses jogos e analisá-los num ponto de vista de socialização, pensando em questões como valores e papéis sociais que a criança ou adolescentes está adotando.

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“Não sei se algum estudo psicológico poderá algum dia responder, de forma definitiva, essa questão. Resta-nos juntar os dados que conseguimos de pesquisas e trabalhá-los “, disse o economista Michael Ward, da Universidade do Texas, em Arlington, ao The New York Times. “Temos que juntar o que pudermos a partir de dados e pesquisas.”

Autor: br.MundoPsicologos.com

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